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sábado, 25 de janeiro de 2014

Argentina flexibiliza medidas de restrição ao dólar

Atualizado em  25 de janeiro, 2014 -09:35 (Brasília)
Peso Argentino | Crédito: AP
Relaxamento ocorre um dia depois de maior desvalorização do peso frente ao dólar em 12 anos
O governo da Argentina anunciou nesta sexta-feira o relaxamento de medidas de restrição à compra de dólares e de outras moedas estrangeiras.
A decisão foi tomada dois depois de a moeda do país, o peso argentino, sofrer a maior desvalorização frente à divisa americana nos últimos 12 anos.
Desde o início de janeiro deste ano, o peso já caiu mais de 20% frente ao dólar.
Na abertura do pregão desta sexta-feira, a moeda americana operava em alta e valia 7,90 pesos argentinos.
De acordo com o governo, as medidas de controle, que haviam sido impostas para operações de câmbio, serão flexibilizadas a partir da próxima segunda-feira, dia 27.
O chefe de gabinete da Presidência argentina, Jorge Capitanich, também informou que a taxa adicional que incide sobre a aquisição de mercadorias em doláres seria reduzida e que a compra da moeda americana para fins de poupança voltaria a ser autorizada.
"Decidimos autorizar a aquisição de dólares para fins de poupança", afirmou Capitanich durante uma coletiva de imprensa, na qual não foram permitidas perguntas.
Capitanich, que estava acompanhado pelo ministro da Economia do país, Axel Kicillof, explicou que a compra de dólares seria permitida "de acordo com a renda declarada do indivíduo".
Ele acrescentou que o governo também decidiu reduzir "a alíquota do imposto de 35% para 25% que incide sobre as transações em moeda americana realizadas com cartão de crédito no exterior".

Críticas

Segundo Ignácio de los Reyes, correspondente da BBC Mundo - , o serviço hispânico da BBC - em Buenos Aires, "a restrição à compra de dólares para a poupança ou 'armadilha cambial', como era chamada pelos críticos do governo, foi uma das medidas mais impopulares da gestão da presidente Cristina Kirchner em um país ainda fortemente influenciado pelo dólar".
Em meio à incerteza da economia do país, milhares de argentinos ainda usam a moeda americana para a aquisição de casas ou para fins de poupança, uma herança dos tempos de paridade entre o peso e o dólar.
Até a crise de 2001, que resultou na declaração de moratória da Argentina, a moeda do país tinha o mesmo valor nominal da divisa americana.
Ainda não se sabe, entretanto, se a medida valerá também para a compra de dólar para viagens ao exterior.
Várias tentativas do governo para "pesificar" a economia não foram bem recebidas por setores da classe média, que protestaram contra as restrições impostas à compra de moeda estrangeira.

Três anos após queda de Mubarak, Egito segue dividido e imprevisível


Atualizado em  25 de janeiro, 2014 - 07:55 (Brasília) 09:55 GMT
Praça Tahrir | Crédito: Reuters
Após ser símbolo de protestos, Praça Tahrir reflete volta dos militares ao poder
A praça Tahir está mais verde. O empoeirado endereço no coração do Cairo, epicentro dos protestos que transformaram o Egito, ganhou um novo gramado. Mas o horizonte não é de esperança.
Após a derrocada do longo regime do ex-presidente Hosni Mubarak, da inédita ascensão da Irmandade Muçulmana e do breve governo de Mohamed Morsi - com o contestado retorno do Exército ao poder na sequência - o Egito se mostra cansado. A revolução que derrubou Mubarak e desencadeou as mudanças políticas completa três anos neste sábado.
E a praça Tahir continua a ser o palco onde se desenrola boa parte da história recente do Egito.
As faixas de protesto e os manifestantes que em 2011 pareciam anunciar o advento de um novo Egito voltaram a ser proibidos. Protestar, aliás, é praticamente proibido no país, novamente sob o forte poderio militar.
Muita coisa mudou no Egito. Apenas o clima de confrontos permanece. Há sete meses, Mohammed Morsi, da Irmandade Muçulmana, foi deposto pelas Forças Armadas um ano após assumir como primeiro presidente democraticamente eleito.
O Exército voltou a ditar os rumos da política e iniciou uma onda de repressão vista como sem precedentes: a liderança da Irmandade e milhares de partidários foram presos, e o grupo foi classificado como organização terrorista.
O cerco chegou a renomados jovens e ativistas, inclusive os organizadores dos atos que forçaram a queda de Mubarak – mais um exemplo da atual intolerância à oposição e críticas, no que analistas veem como o retorno do "Estado policial".

Clima acirrado

"Traidores": é assim que esses ativistas passaram a ser chamados nos meses seguintes à revolução, em meio ao caos e violência que pareciam não ter fim. O clima acirrado piorou, com discursos inflamados nas ruas e na TV e o apoio maciço de egípcios às Forças Armadas, que parecem ter recebido carta branca no que militares e a imprensa pró-Exército chamam de "luta contra o terrorismo".
"A repressão (agora) vai além da Irmandade... Há coisas que estamos vendo hoje que não víamos antes. O nível de detenções não se compara com o que vimos nas últimas décadas sob Mubarak", disse um ativista que acompanha os movimentos políticos, e que conversou com a BBC Brasil sob condição de anonimato por questões de segurança.
Manifestantes apoiam presidente deposto do Egito | Crédito: AP
Correligionários da Irmandade Muçulmana temem por repressão com retorno de militares ao governo
O atual cenário no Egito resume-se à batalha entre setores pró-Exército e os partidários da Irmandade. No meio do conflito, esquálidos, grupos seculares, liberais e os chamados revolucionários tentam se fazer ouvir.
Para grande parte dos jovens que deram o tom da primavera egípcia o sentimento é de apatia e frustração com o atual processo político. Mas eles não perderam a esperança em um futuro menos turbulento, conforme as histórias ouvidas pela BBC Brasil.

"Voltaremos às ruas"

Na última semana, filas se formaram em salas de votação no Cairo durante o referendo sobre a nova Constituição. A maioria eram eleitores idosos. Os jovens se mantiveram distantes.
Enquanto caminha pela Tahrir, o médico Fareed, 35 anos, se diz cansado. Ele exibe o local onde ficou acampado durante a revolução e diz ter boicotado o referendo. "Não votei porque ninguém que se opôs pode fazer campanha", diz.
"Estou desapontado. Todos nós estamos. Depois da revolução, nós éramos os heróis. Agora, somos causadores de confusão. Tudo de ruim no Egito é culpa nossa", diz. Para proteger a identidade dele e dos outros entrevistados, os nomes aqui expostos foram alterados.
A "confusão" citada por ele é um dos fatores que fizeram do general Abdel Fattah al-Sisi o novo herói do Egito. Cartazes com o rosto do chefe do Exército são vistos por toda a parte, e muitos o têm como único capaz de tirar o país da crise.
Fareed parece ter medo de criticar Sisi. Sentado em um café do centro do Cairo, ele olha ao redor e põe a mão sobre a boca quando cita o nome do general. "Estamos todos desapontados com esse apoio a ele", diz. "Mas as pessoas vão voltar às ruas novamente. Nós não temos mais medo".

Pão e água

Ao contrário de Fareed, o universitário Khaled, de 24 anos, ainda exibia a tinta rosa no dedo da sua participação no referendo. "Estou apoiando o Exército porque a Irmandade iria destruir o país. Mas não estou mais interessado em política. A maioria das pessoas só quer saber do dia-a-dia", diz. "Elas só querem o pão e água".
Militares na Praça Tahrir | Crédito: AP
Em julho de 2013, militares depuseram primeiro presidente democraticamente eleito do Egito
A opinião baseia-se num sentimento de cansaço que parece ser consenso, especialmente entre os mais pobres: "As coisas não melhoraram desde a revolução, e os protestos só atrapalham". É debruçado nesse apoio que o Exército continua suas ações no Egito.
"Se Sisi decidir ser mais um Mubarak, as pessoas vão protestar. Se tudo voltar como antes, haverá mais revolta. Jovens não estão com medo, porque é a nossa vida que está em jogo", diz Khaled.
Foi assim contra Mubarak e seu regime. Novamente, contra os militares que assumiram em 2011 até a conturbada eleição de Morsi, em 2012. E, outra vez, no ano passado, para derrubá-lo. Em todos os casos, jovens formavam grande parte dos movimentos – e centenas deles morreram em confrontos.
O estudante Christian, de 21 anos, também não quer a Irmandade de volta. Tampouco o Exército. Um dos líderes do movimento jovem dos cristãos ortodoxos coptas, exibe no rosto ferimentos da violência. Preso duas vezes "por ser revolucionário", diz, participou do protesto dos cristãos que pediam segurança, em 2011. Na ocasião, veículos militares atropelaram os manifestantes, matando 24.
"Não estou apoiando ninguém", diz. "Estou frustrado... Mas enquanto houver juventude, haverá revolução".

Ingênuos demais

Revolucionários também são responsabilizados pelo caos atual: não conseguiram levar para a política os ideais defendidos nas ruas, num comportamento visto por observadores como demasiadamente ingênuo.
"Os ativistas nunca tentaram formar seu próprio partido... (É) devido ao fato de que (eles) não têm qualquer ideologia clara, muito menos uma plataforma política", escreveu o analista Eric Trager, do Washington Institute, em artigo para a revista New Republic.
Entre um trago e outro de narguilé, tradicional fumo árabe, Fareed reconhece o fracasso de levar adiante os sonhos das praças: "Não somos unidos".
Esse coro parece tomar fôlego. "Chegou a hora destes jovens muito patriotas e bem intencionados levarem este ativismo a outro patamar. Ao invés de somente ‘irem às ruas’, eles deveriam estabelecer partidos políticos", escreveu a professora Maha Ghalwash, da Universidade Britânica no Egito, em texto no site do jornal semioficial Ahram.
Christian também sugere um "fracasso" na revolução. "Nossas exigências, nosso sangue, os mártires. Não há resposta para nada disso".
Sinal de que as flores e o gramado na Tahrir, por enquanto, são mudanças apenas estéticas.

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sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

MICROCHIP será OBRIGATÓRIO para todos os BEBÊS a partir de maio de 2014

Um chip é um circuito integrado usado em tecido subcutânea. Microchips são aproximadamente do tamanho de um grão de arroz e são baseados em uma tecnologia passiva, “Agora”. Microchips são particularmente úteis em caso de rapto ou crianças desaparecidas. Muitos países já utilizam e exigem o microchip com vacinação.
Em maio de 2014 entrará em vigor em toda a Europa, a obrigação de apresentar as crianças para instalar o microchip sob a pele, que deve ser aplicado em hospitais públicos no momento do nascimento.O microchip em questão é fornecido, bem como uma folha de dados com informações relativas ao indivíduo, (nome, tipo sanguíneo, data de nascimento, etc) também é um poderoso detector GPS que vai funcionar com uma bateria de micro-substituível a cada 2 anos nos hospitais do estado. O chip de GPS está dentro da nova geração e, por conseguinte, permite uma margem de erro de detecção igual ou inferior a 5 metros.
Ele será conectado diretamente a um satélite, que irá gerenciar as conexões. Quem quiser, pode ser implantado gratuitamente (ou implantar seus filhos) microchip, embora nascido, já a partir de 1º de maio de 2014, o preenchimento de um formulário de pedido de adesão da ASL. O CCCP (Comitê Consultivo para o Controle da População) levou em conta a ” obrigatoriedade de instalação de cidadãos nascidos antes dessa data, mas que não se materializa antes de 2017. A instalação será totalmente indolor, graças ao facto de o chip ser implantado sob a pele no cotovelo esquerdo, livres terminações nervosas.
Finalmente uma boa notícia do mundo da tecnologia. Com este chip, finalmente, irá impedir todos os casos de desaparecimento ou seqüestro que chocou o mundo em todos estes anos.Também será possível, graças a essa tecnologia, no futuro, controlar facilmente todos os criminosos em geral.
Para ver o video explicativo Clique aqui

Mercadante comanda articulação para encaixar o PTB no novo ministério de Dilma


fonte

Por Nivaldo Souza - iG Brasília 
Texto

Partido espera controlar pasta com visibilidade para manter apoio à presidente e, assim, ceder tempo de televisão para a campanha de reeleição da petista

Recém-convidado para assumir a chefia da Casa Civil, onde tem trabalhado informalmente, o ministro Aloizio Mercadante (Educação) terá como principal missão na próxima semana encontrar espaço para acomodar o PTB na nova estrutura ministerial que a presidente Dilma Rousseff desenha. Isso porque, o partido está endurecendo na negociação. O líder da legenda na Câmara, deputado Jovair Arantes (GO), afirma que o PTB quer um ministério “com melhor visibilidade do que Turismo, com comunicação e capilaridade no país”.

Agência Brasil
O ainda ministro da Educação, Aloizio Mercadante, que assumirá a Casa Civil

Turismo é uma das menores do governo, com orçamento previsto de R$ 700 milhões para 2014. Arantes havia indicado ao iG que Turismo atendia a pretensão do PTB de voltar à Esplanada dos Ministérios, onde partido ocupou por dois anos (2007-2009) a Secretaria de Relações Institucionais do ex-presidente Lula com José Múcio – atualmente ministro do Tribunal de Contas da União.
A mudança de interesse ocorre em meio aos rumores de que Dilma já teria cedido para o recém-criado PROS o Ministério da Integração Nacional, cujo orçamento deste ano soma R$ 8,5 bilhões. O espaço que o aliado mais novo do governo deve ganhar eleva também o tom da reivindicação do PTB na negociação por um ministério com programas e ações distribuídos em todos os estados. “Estamos com o governo desde o Lula, mas nunca houve uma troca de reciprocidade. Precisamos entender que o governo quer a parceria com o PTB”, afirma o líder.
Arantes não arrisca revelar qual seria a pasta desejada, mas sinaliza que o partido deveria receber algo compatível à fidelidade ao governo petista desde a chegada de Lula ao Planalto. “O que precisamos é que eles (petistas) nos queiram como parceiro”, diz.
Reunião e tempo de TV
A expectativa é de que Mercadante chame o PTB para conversar na próxima quinta-feira (30), depois que Dilma acertar o espaço que será dado ao PMDB. Além de Arantes, os interlocutores do PTB são o senador Gim Argelo (DF) e o presidente da legenda, Benito Gama – nome do partido para assumir um eventual ministério.
A reforma ministerial tem como pano de fundo a disposição do Planalto de agrupar melhor os aliados, de olho no uso do tempo de propaganda eleitoral em rádio e televisão. Segundo as regras do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), cada horário eleitoral gratuito terá 25 minutos em cada uma das duas inserções no rádio e na televisão.
A maior fatia desses minutos é dividida conforme as bancadas de deputados federais eleitas pelos partidos em 2010. São 17 preciosos minutos compartilhados pelos partidos, o que na métrica do TSE tende algo próximo de dois segundos por deputado.
O PTB elegeu 22 deputados e, portanto, tem direito a 44 segundos por horário eleitoral gratuito para oferecer à coligação de Dilma. Como isso, somando as inserções diárias, o partido acaba cedendo 2 minutos e 56 segundos diários.
Já o PROS, que não existia em 2010, atingiria 36 segundos por inserção no horário eleitoral – somando 2 minutos e 24 segundos por dia. Mas isso apenas se o TSE mantiver a regra que validou o tempo dado ao PSD em 2012.
O partido criado pelo ex-prefeito de São Paulo, não existia nas eleições de 2010, mas o TSE validou como bancada os 51 deputados inscritos na legenda nos primeiros 30 dias de existência do partido – o número foi mantido mesmo com a redução de parlamentares do partido, que hoje conta com 42 deputados.
    Leia tudo sobre: Dilma Rousseff • Aloizio Mercadante • PTB

    quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

    Dupla Gian e Giovani divulga nota de agradecimento aos fãs Filha de Giovani, morreu em um acidente de carro

    Como já foi noticiado, um trágico acidente tirou a vida de Gessyca, 22 anos, filha do cantor Giovani, da dupla sertaneja com Gian. A jovem morreu em um acidente de carro na madrugada desta terça-feira (14) em Osasco, na Grande São Paulo. Gessyca Morais estava acompanhada de dois amigos e um deles um rapaz de 24 anos, também morreu no acidente. O outro jovem está gravemente ferido e no Hospital Antônio Giglio, segundo o 5º Distrito Policial de Osasco, onde o caso foi registrado. O corpo da jovem foi encaminhada ao Instituto Médico Legal da cidade. No site oficial da dupla, a equipe divulgou uma nota de agradecimento aos fãs e amigos: "Neste momento difícil, lidando com a triste notícia do falecimento de sua filha Gessyca Morais, Giovani e sua família gostariam de agradecer à todos pela solidariedade, simpatia, força, mensagens de carinho, amor, fé e esperança. A família pede privacidade para lidar com esta notícia e esperamos que a imprensa respeite isso. No momento não há maiores informações sobre o enterro".