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segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

Governo de Minas Gerais rebate críticas de Lula ao PSDB O ex-presidente teceu diversas críticas à administração estadual e chegou a dizer que o "dinheiro do governo federal" é que custeia "cada política" do Executivo mineiro

O governo de Minas Gerais divulgou nota hoje rebatendo ataques feitos pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva às gestões do PSDB no Estado, iniciadas com o atual senador Aécio Neves, provável candidato tucano à Presidência. Em evento realizado em Belo Horizonte para comemorar os 34 anos do PT, no qual lançou a candidatura do ex-ministro Fernando Pimentel ao governo mineiro, Lula teceu diversas críticas à administração estadual e chegou a dizer que o "dinheiro do governo federal" é que custeia "cada política" do Executivo mineiro.
Entre outros pontos, Lula acusou o governo mineiro de não fazer o projeto para expansão do metrô da capital, um dos principais motivos de críticas do tucanato aos governos de Lula e da presidente Dilma Rousseff. "É importante deixar claro que a obra do metrô é de inteira responsabilidade do governo federal, sendo que a última ampliação ocorreu ainda durante o governo do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso", ressalta a nota do Executivo mineiro, comandado pelo tucano Antonio Anastasia, apadrinhado político de Aécio. "Nos últimos anos, sob a gestão petista, a obra ficou totalmente parada, comprometendo a mobilidade urbana na terceira maior região metropolitana do país", acrescenta o texto. Lula teceu diversas críticas à administração estadual do PSDB (Foto: Beto Nociti/Futura Press) Lula teceu diversas críticas à administração estadual do PSDB (Foto: Beto Nociti/Futura Press) A nota afirma ainda que, em 2008, proposta de ampliação do metrô feita pelo governo mineiro, na ocasião comandado por Aécio, foi "ignorada" pelo então presidente Lula. E que apenas em 2012 a União "concordou com a colaboração do Estado, que assumiu a responsabilidade de coordenar a elaboração dos projetos de engenharia". E salienta que o convênio para a confecção destes projetos só foi assinado pelo governo federal no ano passado, com previsão de conclusão do material para abril. O Executivo mineiro ainda rebateu acusações feitas por Lula na sexta-feira (14) de que o governo estadual se "apropriou" de programas federais, citando textualmente o Luz de Minas e o Clarear. A nota cita este último e o Luz para Todos, do governo federal, salientando que são "absolutamente distintos". "Clarear é um programa de eletrificação urbana executado com 100% de recursos da Cemig (Companhia Energética de Minas Gerais). Já o Luz para Todos é um programa de eletrificação rural, que não é executado apenas com investimentos do governo federal". Conforme nota, dos investimentos de R$ 3 bilhões feitos no programa entre 2004 e 2011, 77% partiram do Estado.

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

Suspeito é chamado de "assassino" por colegas de cinegrafista no Rio15

Caio da Silva Souza, suspeito de acender o rojão que matou o cinegrafista da Band, é apresentado pela polícia do Rio de Janeiro Colegas de trabalho do cinegrafista da "TV Bandeirantes" Santiago Andrade --morto na segunda-feira (10) em decorrência de um rojão que o atingiu quatro dias antes, durante uma manifestação no centro do Rio de Janeiro--, cinegrafistas e fotógrafos de diversas empresas de comunicação que faziam imagens de Caio Silva de Souza, 23, suspeito de acender o artefato explosivo, na Cidade da Polícia, em Jacarezinho, zona norte da cidade, na tarde desta quarta (12), o xingaram de "vagabundo", "filho da p..." e "assassino". Entre os profissionais que participavam da cobertura da prisão de Caio na frente da carceragem da Cidade da Polícia, havia amigos do cinegrafista da Band. O suspeito ficou poucos segundos à vista da imprensa no local. A maioria dos profissionais se conteve até o momento em que ele saiu da carceragem, no início da tarde, para fazer exame de corpo de delito no IML (Instituto de Medicina Legal). Caio, que trabalhava como auxiliar de serviços gerais na empresa Hope Serviços, que presta serviço ao Hospital Estadual Rocha Faria, não esboçou reação aos insultos. VEJA O MOMENTO EM QUE O CINEGRAFISTA É ATINGIDO "Acidente" A mãe de Caio afirmou que o filho soltou o explosivo para fazer barulho durante uma manifestação contra o aumento das tarifas de ônibus, na última quinta-feira (6). O jovem foi preso na madrugada desta quarta-feira na cidade de Feira de Santana (BA), a cerca de 100 quilômetros de Salvador, e chegou ao Rio por volta das 9h30. "O que aconteceu foi um acidente. Poderia ter acontecido com qualquer filho de professor, de advogado liberal, com qualquer um lá. Foi um acidente e os fogos eram para fazer barulho", disse Marilene Mendonça em entrevista ao jornal "O Globo". Diante da polícia, o suspeito se manteve em silêncio desde que foi preso. Segundo o responsável pela investigação, delegado Maurício Luciano da 17ª DP (São Cristóvão), o jovem não admitiu ter soltado o rojão. LEIA MAIS "Provas são contundentes", diz delegado sobre jovem acusado de matar cinegrafista Sob efeito da multidão se transforma, afirma polícia sobre suspeito preso no Rio Em carta, filha de cinegrafista morto diz que teve "despedida mais linda Foi um acidente, diz mãe de suspeito de matar cinegrafista em protesto Cinegrafista é 1º repórter morto em protestos no país; 117 foram agredidos Em nota sobre cinegrafista, entidade chama black blocs de"assassinos" Cinegrafista já ia embora de protesto quando foi atingido, diz colega "O Caio, assim que foi preso, não esboçou reação. Disse que não falaria a respeito do fato. Agora, sendo ouvido na delegacia manteve esse posicionamento. O Caio não admitiu nem negou o que lhe é atribuído", afirmou. "Mesmo sem confissão, as provas são contundentes." O delegado disse que o suspeito tem um jeito de ser na vida particular e outro quando está em grupo. Luciano acompanhou Souza no voo que o levou de Salvador para o Rio de Janeiro. O chefe da Polícia Civil, Fernando Veloso, afirmou que o inquérito será entregue à Justiça na próxima sexta-feira (14). "Há uma ordem de prisão cautelar expedida para o Caio Silva de Souza", disse. "Chegamos ao Caio via advogado. A diferença entre parar de fugir ou se entregar só o juiz vai avaliar." PRINCIPAL SUSPEITO